Um plano de aquisição escrito
O exercício final é criar o plano de aquisição de uma solução ou serviço de TI da organização, e dele sai a política que fica valendo depois.
Um treinamento feito dentro da sua organização, com o seu contrato na mesa, para que a próxima negociação de tecnologia não dependa de ninguém de fora. Vinte horas, dezessete módulos, do regime jurídico do software até a mesa de negociação.

Nossa visão acerca de licenciamento de software assim se resume: AC/DC, antes do curso e depois do curso, do Prof. Reges Bronzatti. Temos muito trabalho pela frente, mas agora enxergamos o caminho a trilhar.
Antes de decidir sobre o treinamento, vale ver como o assunto é conduzido. Este é o método aplicado, em resumo.
É onde a conta aparece meses depois da assinatura, em auditoria do próprio fornecedor que vendeu a licença. O treinamento dedica o módulo 8 inteiro a contratos de licenciamento e desenvolvimento, e os módulos 9 e 10 ao que acontece quando o caso vira processo.
A última etapa é construir, com o grupo, a política de aquisição e negociação de TI da própria organização. Ela sai escrita.
O exercício final é criar o plano de aquisição de uma solução ou serviço de TI da organização, e dele sai a política que fica valendo depois.
Os exemplos práticos vêm de contratos de grandes fornecedores de tecnologia, e o grupo faz a análise de risco sobre eles.
As dinâmicas de grupo existem para que compras, jurídico e tecnologia cheguem à mesma leitura da cláusula, que é onde a negociação costuma travar.
A numeração é a do material do curso. O conteúdo é ajustado ao segmento e aos contratos da organização antes de cada turma.
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Em cada módulo há exercícios e dinâmicas de grupo, para fixar os conceitos e criar sinergia entre as diversas áreas da organização.
O Raio-X Contratual de TI são 36 perguntas sobre um contrato específico da sua operação, e sai uma nota por dimensão com a lista do que ficou exposto. É esse resultado que diz quais módulos ganham mais tempo na sua turma. Onde ninguém souber responder, isso também é resultado.

Reges começou em tecnologia antes de começar em direito. Foi programador, analista e gerente de redes antes de fundar sua primeira empresa de software, e chegou ao direito depois, pela PUCRS, com inscrição na OAB-RS em 2002.
É mestre em Ciência da Computação pela UFRGS, conselheiro de administração pelo IBGC, perito judicial e assistente técnico em processos sobre tecnologia, e professor universitário na cadeira de Direito Aplicado a Sistemas de Informação. Ensina negociação de contratos de TI no MBA da Unisinos desde 2008, e gestão da inovação e capacidade tecnológica no MBA da FGV desde 2023.
Palestrou em mais de uma centena de eventos sobre direito e tecnologia desde 1997. É autor de "LGPD não é um projeto, é uma jornada", publicado em 2022.
Conte quantas pessoas participariam, de quais áreas, e quais contratos estão em jogo. A ementa é ajustada a isso antes da turma.